AREIA BRANCA - Em parceria com o Programa Brasil Alfabetizado, a Prefeitura de Areia Branca, por meio da Secretaria Municipal Educação, desenvolve o Programa Alfabetizar pra Valer, que se destina a resgatar a dívida social dos governos e da sociedade em relação à Educação de Jovens e Adultos (EJA) e busca a erradicação do analfabetismo.
Em 2010, o programa Alfabetizar pra Valer atendeu 320 alunos e este ano a demanda de beneficiários aumentou consideravelmente, atingindo uma média de 400 alfabetizandos na categoria jovens adultos, distribuídos na zona urbana e, principalmente, nas comunidades rurais. A conclusão dessa etapa está prevista para o mês de outubro.
No último dia 27 a secretária-adjunta de Educação do município, Gecilda Monteiro, "Tilda", e a coordenadora da EJA, Ana Virgília Mendonça, visitaram algumas comunidades onde o programa é desenvolvido. Além da entrega de material aos alunos, as educadoras conversaram demoradamente com eles, como forma de incentivá-los a continuar a frequentar a sala de aula.
Graças ao programa, pessoas com o pescador Raimundo Nonato da Silva, 61 anos, morador da comunidade de São Cristóvão, no litoral do município, está de volta aos bancos escolares depois de muitos anos ausente da escola.
"Estudei até o segundo ano e há mais de 40 anos não ia a uma escola. No meu tempo ainda se usava a Carta do ABC. Aqui, eu já aprendi a assinar meu nome e toda vez que preciso ir à Colônia (dos pescadores) assino os documentos e isso pra mim é muito importante. Também já sei ler o nome de estados, capitais... Natal, Amazonas", frisou.
Na comunidade de Redonda o entusiasmo dos alfabetizandos não é diferente. Aos 72 anos, o aposentado Raimundo Lins do Vale revelou que não estudava há mais de meio século. Exatos 55 anos que não ia à escola.
"Cheguei aqui sem saber de nada e já assino meu nome. Vou aprendendo devagarinho e hoje já sou mais desenrolado. Antes eu era meio calado, acanhado e hoje já converso e sou desinibido", disse animado.
Além dos incentivos da alfabetizadora e da equipe pedagógica responsáveis pela execução das atividades do programa em sala de aula, o aposentado Raimundo Lins conta com o apoio da esposa, Aurelina Barbosa Lins, que também estuda na mesma turma da professora Karlyane Pereira.
Essas histórias de vida e de superação são relatadas às alfabetizadoras pelos beneficiários do programa que regularmente conversam com os alunos nas visitas empreendidas às turmas, com forma de estreitar as relações escola-comunidade.
Em 2010, o programa Alfabetizar pra Valer atendeu 320 alunos e este ano a demanda de beneficiários aumentou consideravelmente, atingindo uma média de 400 alfabetizandos na categoria jovens adultos, distribuídos na zona urbana e, principalmente, nas comunidades rurais. A conclusão dessa etapa está prevista para o mês de outubro.
No último dia 27 a secretária-adjunta de Educação do município, Gecilda Monteiro, "Tilda", e a coordenadora da EJA, Ana Virgília Mendonça, visitaram algumas comunidades onde o programa é desenvolvido. Além da entrega de material aos alunos, as educadoras conversaram demoradamente com eles, como forma de incentivá-los a continuar a frequentar a sala de aula.
Graças ao programa, pessoas com o pescador Raimundo Nonato da Silva, 61 anos, morador da comunidade de São Cristóvão, no litoral do município, está de volta aos bancos escolares depois de muitos anos ausente da escola.
"Estudei até o segundo ano e há mais de 40 anos não ia a uma escola. No meu tempo ainda se usava a Carta do ABC. Aqui, eu já aprendi a assinar meu nome e toda vez que preciso ir à Colônia (dos pescadores) assino os documentos e isso pra mim é muito importante. Também já sei ler o nome de estados, capitais... Natal, Amazonas", frisou.
Na comunidade de Redonda o entusiasmo dos alfabetizandos não é diferente. Aos 72 anos, o aposentado Raimundo Lins do Vale revelou que não estudava há mais de meio século. Exatos 55 anos que não ia à escola.
"Cheguei aqui sem saber de nada e já assino meu nome. Vou aprendendo devagarinho e hoje já sou mais desenrolado. Antes eu era meio calado, acanhado e hoje já converso e sou desinibido", disse animado.
Além dos incentivos da alfabetizadora e da equipe pedagógica responsáveis pela execução das atividades do programa em sala de aula, o aposentado Raimundo Lins conta com o apoio da esposa, Aurelina Barbosa Lins, que também estuda na mesma turma da professora Karlyane Pereira.
Essas histórias de vida e de superação são relatadas às alfabetizadoras pelos beneficiários do programa que regularmente conversam com os alunos nas visitas empreendidas às turmas, com forma de estreitar as relações escola-comunidade.




Nenhum comentário:
Postar um comentário